quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Crepúsculo, Lua Nova, dúvidas e esperanças

Começo esse texto enfatizando que não sou fã dos vampirinhos...
Tudo aconteceu numa questão de dois dias: a TV à cabo transmitiu o Crepúsculo num início de noite (coincidência?!?) e minha irmã (17) comentou que iria no cinema com as amigas para ver Lua Nova.
Para quem não sabe (sempre tem um offline...) estou falando da série de livros de Stephenie Meyer, que virou filmes.
Um resumo cruel seria dizer que se trata de um romance entre um vampiro (Edward) e uma humana (Bella). As aventuras que permeiam esse amor envolvem muitos efeitos especiais, trilhas sonoras e arranca suspiros das adolescentes a cada olhar trocado entre os dois.
Eu não li os livros e assisti os filmes desprovida do meu senso crítico habitual... Abri o coração para conhecer a história de Edward e da mocinha sem graça. Tão sem graça que só mesmo um vampiro poderia se interessar. Você deve estar se perguntando: se é tamanho o descaso com relação a essa "onda" dos vampiros, pq diabos ela resolveu escrever sobre isso?

Minha resposta é simples. O romance de Edward e Bella me chamou atenção: é à moda antiga. E fiquei muito intrigada ao perceber o interesse da minha irmã adolescente, das amigas dela, e de toda a imprensa.
Talvez a gurizada enlouquecida não tenha a mesma visão que eu a respeito das cenas em que eles quase se beijam, quase se tocam...mas, vale a exposição.
Percebam a problemática: Edward é vampiro. Mas um vampiro alternativo - ele não suga o sangue de humanos. Como ele se alimenta? De animais, mas não aparece nenhuma vez. E isso não é o importante.
Retomando, ele é vampiro, mas confessa a Bella que seu cheiro mexe com as convicções "pseudo-vegetarianas" dele... Ele sente vontade de sugá-la... Ela está apaixonada por ele e o que mais quer é o contato físico. Quando ele se rende a aproximação, cada toque é supervalorizado com closes, zooms e todas as artimanhas do cinema para dar o devido destaque na telona...
A cena em que as mãos se tocam pela primeira vez, é lúdica, lembra as histórias da minha vó!
Quando se beijam, o rosto de Edward se contorse de tanto esforço em não degustá-la! E cada beijo torna-se um prêmio! Mais uma vez - o que fizemos com essa sensação tão deliciosa de conquista, de prazer, de provocação?
Será que é possível convencer toda uma geração a valorizar a qualidade e não a quantidade, quando o assunto é o coração??? Será que livros ou filmes conseguem essa façanha? Tenho minhas dúvidas.
Acho que a meninada se interessou muito mais em ver alguns atores sem camisa do que reparar no romantismo over romântico que percebi a cada cena (risos)...
De toda forma, caso alguém leia aqui... pode ser que desperte para esse viés.
E com essa intenção me lembrei de outro filme (dessa vez sem vampiros!): Efeito Borboleta.......
Quem sabe sou eu a começar um vendaval?!?

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Mais um mailzinho...



Na mesma linha da imagem de fundo pronta, disponivel em banco de dados free...
Com a disposição das informações por minha conta e risco!!!

Abraço,

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Siga as estrelas - Arte é tudo! Tudo é arte!



A intervenção das estrelas da Dez Propaganda me inspirou!Existe uma frase que eu adoro que diz - "Mire seus sonhos na lua, pois caso você erre, alcançará as estrelas".


Acho que estou vivendo uma fase assim, mirando na lua!


Passei ontem no Shopping Moinhos e bem na frente tinha uma estrela linda que uma artista estava usando como tela (foto ao lado)... A ação faz parte da Semana ARP de Comunicação.

Gosto de coisas inspiradoras e parabenizo a Dez pela iniciativa, pelo simples fato de as estrelas terem enchido de arte o meu domingo a tarde!

Confira como ficou o resultado enquanto eu estava por lá: 
Beijos