sexta-feira, 26 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Ain't No Mountain High Enough - Aretha Franklin

Ain't No Mountain High Enough Não Há Montanha Alta o Suficiente


Now if you need me call me Agora, se você precisar de mim, me chame
no matter where you are, Não importa aonde você esteja
no matter how far (don't worry baby) Não importa a distância (não se preocupe, amor)
just call out my name Apenas chame meu nome
I'll be there in a hurry Eu estarei lá num segundo
you don't have to worry Você não precisa se preocupar
'Cause baby there Porque, querido...

Ain't no mountain high enough Não há montanha alta o suficiente
Ain't no valley low enough Não há vale baixo o suficiente
Ain't no river wide enough Não há rio extenso o suficiente
To keep me from getting to you babe Que me impeça de chegar até você, amor

Remember the day Lembra do dia
I set you free Que eu te libertei
I told you could always count on me, darling Te disse que você poderia contar comigo, querido
From that day on E desde então
I made a vow Eu fiz uma promessa
I'll be there when you wanted Eu estarei lá quando você quiser
some way, somehow De qualquer forma, qualquer jeito
'Cause baby there Porque, querido...

Ain't no mountain high enough Não há montanha alta o suficiente

Ain't no valley low enough Não há vale baixo o suficiente
Ain't no river wide enough Não há rio extenso o suficiente
To keep me from getting to you babe Que me impeça de chegar até você, amor


No wind, (no wind) Nenhum vento (nenhum vento)
No rain, (no rain) Nenhuma chuva (nenhuma chuva)
Or winter's cold. Ou inverno rigoroso
Can stop me baby. Poderá me parar
Oh baby Oh querido
Cause you are my goal Porque você é meu objetivo
If you're ever in trouble Se você estiver com problemas
I'll be there on the double Eu estarei lá mais rápido ainda
just send for me babe Apenas mande me buscar
My love is alive Meu amor está vivo
Deep down in my heart No fundo do meu coração
Although we are miles apart Mesmo se estivermos milhas de distância
If you ever need a helping hand Quando você precisar de uma ajudinha
I'll be there on the double Eu estarei lá o mais rápido possivel
just as fast as I can O mais rápido que eu puder
don't you know that; Você não sabe que...

their ain't no mountain high enough, Não há montanha alta o suficiente
ain't no valley low enough, Não há vale baixo o suficiente
ain't no river wide enough, Não há rio extenso o suficiente
to keep me from getting to you babe Que me impeça de chegar até você, amor

Ain't no mountain high enough Não há montanha alta o suficiente
Ain't no valley low enough Não há vale baixo o suficiente
Ain't no river wide enough Não há rio extenso o suficiente
To keep me from you Que me afaste de você

Ain't no mountain high enough Não há montanha alta o suficiente
Ain't no valley low enough Não há vale baixo o suficiente
Ain't no river wide enough Não há rio extenso o suficiente
To keep me from you Que me afaste de você

Ain't no mountain high enough... Não há montanha alta o suficiente...
Ain't no river wide enough... Não há vale baixo o suficiente...

sábado, 20 de março de 2010

Jornalista no Serviço Público gaúcho só com diploma 

Jornalistas gaúchos comemoraram na quarta-feira, dia 17, a aprovação unânime pela Assembléia Legislativa do RS do Projeto de Lei 236/2009 que torna obrigatório o diploma de Jornalismo para o exercício da profissão no serviço público estadual. Tal resultado surpreendeu o próprio autor do projeto, o deputado Sandro Boka (PMDB). “Confesso que fiquei surpreso com a unanimidade, mas esperava uma certa aprovação porque quando o STF derrubou o diploma, muitos deputados repudiaram a decisão”, explica. A FENAJ prossegue com a orientação de que se busque, nos estados, contato com os líderes de bancadas para acelerar a composição da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisará a Proposta de Emenda Constitucional 386/09.

Agora, o PL deverá ir para sanção da governadora Yeda Crusius (PSBD). “O Legislativo do Rio Grande do Sul deu um exemplo que deve ser seguido por todo o País. Foi uma resposta ao STF. Agora só precisamos fiscalizar para que essa lei seja cumprida”, diz o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Maria Rodrigues Nunes, que pretende solicitar uma audiência com a governadora e pedir a aprovação do projeto.


Foto: Arfio Mazzei
 
diretoria
Diretores do Sindicato dos Jornalistas Profissionais presentes na votação unânime dos deputados 


Fonte: Newsletter do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul

quarta-feira, 10 de março de 2010

O CÓDIGO DA INTELIGENCIA

Como é bom ler um livro e ter aquela sensação de “nossa, é verdade”, “puxa, comigo acontece assim, sabia que estava certa, mas ainda não sabia a razão”. Lendo o livro O Código da Inteligência de Augusto Cury, constatei que, humildemente, sou uma pessoa inteligente. Que sensação incrível!

Percebi como alguns pensamentos foram construídos dentro de mim, como as minhas experiências contribuíram para isso e como consegui me perceber nas listas de possíveis conseqüências de quem põe em prática os oito códigos da inteligência. São conseqüências maravilhosas.

Ao longo da minha leitura, percebi que meu pai lia muito para mim durante a infância. As leituras mais marcantes foram: aquela coleção de gibis do Chico Bento – um caipira criado por Maurício de Souza que ensina ao primo da cidade as maravilhas do contato com a natureza, um caipirinha apaixonado por Rosinha, rodeado de amigos e animais da fazenda. Chico Bento é feliz porque nada pelado, come fruta direto do pé e não troca isso por nada, nem para fazer o dever de casa; o outro livro, se chamava “A História de Jesus”, e a cada noite líamos um pequeno capítulo. Eu podia perguntar, debater, indagar meu pai sobre como Ele podia andar sobre as águas. Meu pai não tinha todas as respostas, mas ali pude perceber que perguntar não era feio. Pelo contrario.

Durante os anos de colégio, foi com minha mãe que aprendi a conquistar melhores amigos. Foi com ela que aprendi a não fazer com as pessoas o que eu não queria pra mim, e assim, tenho amigas queridas ao meu redor até hoje! Foi com ela que aprendi a ser uma mulher, defender meus sentimentos, ser sincera. Ter um sorriso sincero, que até hoje gera comentários em fotos e reuniões de amigos.

Por muito tempo na escola achei que o sistema de notas era muito injusto. Meus colegas não eram iguais a mim e as notas nos representavam como sendo os mesmos alunos. Como podia estar certo? Como os professores não viam que éramos diferentes? Eu nunca gostei de matemática. Todo mundo me dizia, mas a matemática é perfeita, é constante, as coisas não mudam, os números são sempre os mesmos e geram os mesmos resultados – “é tão fácil”... Minha cabeça viajava longe nas aulas de matemática. Eu gostava de Português, mais ainda de filosofia... E meu professor era espinafrado, menosprezado pelos alunos que não conseguiam perceber quantas preciosidades podíamos viver naquelas aulas. O que eu queria mesmo era a inconstância dos pensadores, as teorias sobre o existir, as interpretações incríveis que cada um faz do mesmo texto... O sentido que damos às palavras quando as reunimos em frases, e as frases em textos é que tornam a vida romântica, com brilho, com atenção.

Na faculdade tínhamos que acordar nas manhãs de sábado para fazer a cadeira de filosofia... e eu ia com prazer. Um prazer íntimo, afinal, se meus colegas soubessem, eu corria o risco de ser excluída do grupo que eu acabava de fazer parte. Uma grande bobagem de quem ainda não sabia que ter uma opinião diferente é sempre melhor!

Aos poucos surgiram os relacionamentos amorosos. Eu queria ao meu lado alguém completo. Machuquei muitas pessoas na busca de um namorado pronto, maduro. Aos poucos percebi que cada um tem seu tempo. Tenho que respeitar o meu tempo e também o de quem estiver ao meu lado.

Em paralelo, durante a adolescência participei de um grupo de jovens da Igreja Católica chamado CLJ – Curso de Liderança Juvenil. Diversas vezes ouvia aqueles que já tinham uma vivencia de CLJ dizer que seriamos líderes, dirigentes e por fim apóstolos. Expandi os conceitos religiosos do que ouvíamos nos retiros para a minha vida pessoal, para o convívio em família, com amigos e tenho certeza que mudou muito a minha maneira de me conectar com as pessoas.

Hoje sei que amadurecer não é fácil, enfrentar a rotina de trabalho e estudo em busca das conquistas materiais exige muito tempo. Mas temos de ser inteligentes para perceber que, mesmo por alguns minutos do dia, precisamos do nosso retiro espiritual... precisamos do nosso encontro com o Deus que vive nos nossos corações. Isso nos torna pessoas melhores.

A Síndrome do Pensamento Acelerado as vezes faz com que nos sintamos frustrados, afinal, as coisas não acontecem na mesma velocidade no mundo real. Mais uma vez a consciência de que o tempo é diferente dentro de cada um, dentro de cada empresa, dentro de cada casa, faz com que encaremos as coisas com mais simplicidade.

Não precisamos complicar as coisas. Algumas já são complicadas por si só. O pensamento multifocal pode nos trazer muitas respostas... basta treinar.

O mais legal é saber que eu já fazia muito de cada código antes de saber que tinham esses nomes. Agora é consciente. Quero sim ser influenciadora, quero ser referencia para meus familiares e amigos. Quero fazer diferença no meu ambiente de trabalho e sei que tenho competência e sensibilidade para isso. Comecei como uma boa profissional e agora quero ser excelente. Quero usar todo o meu potencial para “chegar lá”! E sei que posso....

sexta-feira, 5 de março de 2010

A NOVA MINORIA

É um grupo formado por poucos integrantes. Acredito que hoje estejam até em menor número do que a comunidade indígena, que se tornou minoria por força da dizimação de suas tribos. A minoria a que me refiro também está sendo exterminada do planeta, e pouca gente tem se dado conta. Me refiro aos sensatos.
A comunidade dos sensatos nunca se organizou formalmente. Seus antepassados acasalaram-se com insensatos, e geraram filhos e netos e bisnetos mistos, o que poderia ser considerada uma bem-vinda diversidade cultural, mas não resultou em grande coisa. Os seres mistos seguiram procriando com outros insensatos, até que a insensatez passou a ser o gene dominante da raça. Restaram poucos sensatos puros.
Reconhecê-los não é difícil. Eles costumam ser objetivos em suas conversas, dizendo claramente o que pensam e baseando seus argumentos no raro e desprestigiado bom senso. Analisam as situações por mais de um ângulo antes de se posicionarem. Tomam decisões justas, mesmo que para isso tenham que ferir suscetibilidades. Não se comovem com os exageros e delírios de seus pares, preferindo manter-se do lado da razão. Serão pessoas frias? É o que dizem deles, mas ninguém imagina como sofrem intimamente por não serem compreendidos.
O sensato age de forma óbvia. Ele conhece o caminho mais curto para fazer as coisas acontecerem, mas as coisas só acontecem quando há um empenho conjunto. Sozinho ele não pode fazer nada contra a avassaladora reação dos que, diferentemente dele, dedicam suas vidas a complicar tudo. Para a maioria, a simplicidade é sempre suspeita, vá entender.
O sensato obedece a regras ancestrais, como, por exemplo, dar valor ao que é emocional e desprezar o que é mesquinho. Ele não ocupa o tempo dos outros com fofocas maldosas e de origem incerta. Ele não concorda com muita coisa que lê e ouve por aí, mas nem por isso exercita o espírito de porco agredindo pessoas que não conhece. Se é impelido a se manifestar, defende sua posição com ideias, sem precisar usar o recurso da violência.
O sensato não considera careta cumprir as leis, é a parte facilitadora do cotidiano. A loucura dele é mais sofisticada, envolve rompimento com algumas convenções, sim, mas convenções particulares, que não afetam a vida pública. O sensato está longe de ser um certinho. Ele tem personalidade, e se as coisas funcionam pra ele, é porque ele tem foco e não se desperdiça, utiliza seu potencial em busca de eficácia, em vez de gastar sua energia com teatralizações que dão em nada.
O sensato privilegia tudo o que possui conteúdo, pois está de acordo com a máxima que diz que mais grave do que ter uma vida curta é ter uma vida pequena. Sendo assim, ele faz valer o seu tempo. Reconhece que o Big Brother é um passatempo curioso, por exemplo, mas não tem estômago para aquela sequência de conversas inaproveitáveis. É o vazio da banalidade passando de geração para geração.
Ouvi de um sensato, dia desses: “Perdi minha turma. Eu convivia com pessoas criativas, que falavam a minha língua, que prezavam a liberdade, pessoas antenadas que não perdiam tempo com mediocridades. A gente se dispersou”. Ele parecia um índio.
Mesmo com poucas chances de sobrevivência, que se morra em combate. Sensatos, resistam.

(Fonte: Jornal O GLOBO, Revista de Domingo, 31.10.2010)

quinta-feira, 4 de março de 2010

O roteiro pode mudar

Extraido do Blog RSVip - por Mariana Bertolucci
É possível que um dia você durma imaginando que na manhã seguinte, como vem acontecendo em todas as outras, você vai acordar e fazer as mesmas coisas.

Caminhar pela mesma rua, visitar aquele mesmo amigo, ir até aquele restaurante, ligar para aquela mesma pessoa, ou até dizer aquelas frases que você sempre disse para quem quisesse ouvir.

Mas segundo a mãe do filho primogênito e primeira mulher de John Lennon, Cynthia Lennon, que lançou o livro John, os quatro Beatles uma noite dormiran, John, Paul, Ringo e George e acordaram estrelas mundiais reconhecidas em qualquer canto do mundo.

Atraindo multidões histéricas e nunca vistas. Proibidos de ir na esquina comprar pão

Já vinham agradando na cidade natal, Liverpool, e conquistando algum público cativo em Hamburgo, na Alemanha. Mas foi em uma parcela ínfima de tempo que uma fã histérica soltou o primeiro berro desesperado e agudo e foi exaustivamente copiada por adolescentes dos quatro cantos do planeta.

Desde então, tudo na vida dos quatro talentosos rapazes mudou. Talvez o líder deles nem tivesse sido morto por um admirador psicopata na frente de casa anos depois.

Tudo em questão de segundos.

Sem a mesma sorte do quarteto britânico, outras tantas vidas mudaram de forma impactante nos últimos dias.

O secretário municipal da saúde de Porto Alegre saiu da Igreja com a filha e a mulher, e, em instantes trocou tiros com bandidos e morreu.

No sábado, também em uma fração de segundos, um terremoto abalou o Chile, deixando mais de 700 mortos, feridos, desaparecidos e um cenário impregnado de medo e desespero.

Sete pessoas receberam órgãos de uma outra que teve um AVC repentino. Uma mãe perdeu seu filho numa briga de gangues na Redenção.

Todas essas vidas mudaram. As que foram interrompidas e aquelas que foram totalmente transformadas. Cabe bem o ditado popular, ainda muito repetido, e que eu ouvia do meu avô materno com seu sotaque sergipano: O que se leva da vida, é a vida que se leva.

Não é?

Assim sendo de nada valem nossas angústias ou dúvidas, nem discussões, nem acúmulo de mágoas, silêncios, bens materiais ou projeções futuras se o tempo de hoje não for feliz. E cada segundo dos seus dias forem vividos e desfrutados com prazer e verdade.

Então mesmo que a sua sorte ou azar não seja acordar famoso como os Beatles, receber um coração, ser assassinado saindo da igreja, sobreviver a um tremor de terra, perder um filho em uma briga de gangue.

Faça o logo tudo o que desejar. Sem preconceitos ou horas certas.

Almoce com um amigo, visite a sua avó, compre flores, aprenda outro idioma. Comece a correr, peça demissão, saia de casa, procure um trabalho, compre um travesseiro, comece a dançar, não tenha preguiça de entrar no mar, aprenda a mexer no computador, ligue sem hesitar para quem você quer ter por perto. Gere outra vida.

Seja obcecado por sentir-se bem e faça o que for preciso para isso, dentro dos limites do bom senso. Insista em ser feliz e fazer feliz quem você gosta porque o roteiro pode mudar a qualquer instante.

Com um tiro, uma placa tectônica, uma doação de órgáos ou um show.

Acessa lá: http://wp.clicrbs.com.br/rsvip/2010/03/02/o-roteiro-pode-mudar/?topo=77,1,1

terça-feira, 2 de março de 2010

Perfeito para o momento...

"O que eu penso a respeito da vida

É que um dia ela vai perguntar

O que é que eu fiz com os meus sonhos?

E qual foi o meu jeito de amar?

O que é que eu deixei para as pessoas

Que no mundo vão continuar?" (Jorge Trevisol).